Montreal em um final de semana

Quando fui para o Canadá pela primeira vez em um intercâmbio, há dez anos, fiquei impressionada com a alta concentração de pessoas simpáticas por metro quadrado que existe por lá. Em um final de semana de outubro deste ano, aproveitei a proximidade de Nova Iorque e fui novamente visitar – desta vez, para conhecer Montreal – e não só a primeira impressão que tive há tanto tempo foi confirmada (os canadenses continuam muito gente boa) como tive a oportunidade de conhecer um outro lado desse país bilíngue e multicultural. Apesar do seu ar de cidade pequena, Montreal possui quase 2 milhões de habitantes, sendo atualmente o segundo maior município do Canadá (atrás somente de Toronto). A influência francesa é nítida não apenas na língua oficial, como também na arquitetura de Montreal, o que a faz parecer uma cidade da Europa no meio da América — com um toque um pouco mais moderno. Ficamos hospedados em um Air BnB no centro histórico – localização perfeita para fazer tudo a pé, e aqui vão os meus highlights:

  • Vieux-Port de Montreal

Assim que chegamos, fomos dar uma volta no Vieux-Port. O porto, cuja construção data do início do século XVII, foi renovado no início dos anos 90, e hoje é uma área histórica e recreacional. O porto também fica próximo ao Bonsecours Market, um mercado localizado em um prédio histórico e que opera há mais de 100 anos.

  • Basílica de Notre-Dame

Impossível passar batido pela basílica localizada em frente à Place d’Armes, que lembra muito a Notre-Dame de Paris. Nas três vezes que tentamos entrar, havia fila, então vá preparado.

  • Chalet du Mont Royal e Parque Mont Royal

Localizado dentro do lindíssimo parque Mont Royal, o Chalet de Mont Royal é uma construção relativamente nova, de 1932, e serve atualmente como local de eventos. O mais interessante do lugar, entretanto, é a vista da cidade que você tem de lá. Vale a subidinha com certeza!

  • Île Sainte-Hélène

No terceiro e último dia na cidade, resolvemos pegar um ferry de ~20 minutos até a ilha de Santa Helena. Por lá ficam localizados o Parque Jean-Drapeau – um lugar lindo de passear e andar de bike (ele tem várias estações de aluguel e os primeiros minutos são gratuitos!) – e também a Biosphere, um museu dedicado ao meio-ambiente, mas que já vale a visita só pela arquitetura externa em forma de globo.

  • Rue Saint-Paul

O centro histórico de Montreal em geral é ótimo para se passear tanto de dia como à noite, mas na Rua Saint-Paul foi onde encontramos a maior quantidade de barzinhos e restaurantes legais.

Logo na semana seguinte, fiz também um bate e volta em Toronto sobre o qual falarei mais no próximo post. Até a próxima!🇨🇦

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