Cidade do México – Parte 1: Roma Norte, Condesa, Bosque de Chapultepec, Museu de Antropologia e Museu Soumaya

Com mais de 20 milhões de habitantes na sua região metropolitana, a Cidade do México impressiona não só pelo seu tamanho – a realmente perder de vista pela janela do avião – como também pela enorme quantidade de programas culturais e de gastronomia.

Decidi passar a virada do ano lá com dois amigos e, depois de um pouco de pesquisa, optamos por nos hospedar em Roma Norte, uma região central, segura e com várias lojinhas e restaurantes por perto (assim como as suas vizinhas, Condesa e Zona Rosa).

Depois de já ter morado em São Paulo por quase 3 anos, a comparação entre as duas metrópoles foi inevitável. Os bairros mais elegantes de CDMX, como Polanco, lembram muito as áreas nobres de São Paulo — e o mesmo vale para as regiões mais simples da cidade. No quesito segurança, apesar de não termos passado por nenhum perrengue, é sempre bom ficar de olho (pra quem cresceu no Rio como eu, nada além do normal).

Como fizemos muita coisa por lá, resolvi dividi as dicas em partes, começando pelas principais sugestões na área perto de onde ficamos. Assim que chegamos, em um sábado à tarde, fomos dar uma voltinha pela região de Roma Norte e Condesa, onde paramos para jantar e fechar a noite com o famoso churro El Moro (existem vários pela cidade):

El Moro

Começamos o domingo cedo, indo direto para o Paseo de la Reforma onde andamos até o Bosque de Chapultepec. No caminho pelo Paseo, passamos também pela estátua do Angél de la Independencia, construída no início do século passado para celebrar os 100 anos do início da guerra da independência do México. Era dia 31 de dezembro, e eles montaram um palco para um show e para a contagem regressiva. Voltamos na virada pra lá, onde vimos uma breve queima de fogos (#NinguémSuperaCopacabana).

El Angel

Na ponta do Paseo, está o lindíssimo Bosque de Chapultepec, um dos maiores parques urbanos do Hemisfério Ocidental, onde fica o Castelo de Chapultepec – ex-muitas coisas e atualmente um museu. Por lá, você também encontrará o Museu Nacional de Antropologia – o maior e mais visitado museu do México! A entrada para o museu custa menos de USD 3 e vale super a pena.

CASTELO


Ao sairmos do museu fomos dar uma volta em Polanco, por onde passamos rapidamente pelo Antara Shopping, fechando o dia no Museu Soumaya (de entrada gratuita), cujo fundador é ninguém menos que Carlos Slim – aka ex-homem mais rico do mundo, mas ainda muito rico. Particularmente, gostei mais da arquitetura externa e interna do museu do que do acervo de fato, então recomendo pelo menos passar por fora e checar o prédio super moderno:

Soumaya

Outras dicas gerais:

Transporte: Uber é a melhor opção custo benefício na minha opinião. Além de ser super barato (pagamos USD 12 do aeroporto ao Air BnB em Roma Norte), é também a opção mais segura (fomos alertados a tomar cuidado com taxis, já que nem todos são credenciados).

Dinheiro: Restaurantes e museus normalmente aceitam cartão, mas muitas lojas menores só trabalham com dinheiro, então é recomendável sempre levar um pouco com você.

Gorjetas: são opcionais, mas recomendáveis (entre 10-15%).

Até a próxima! 🙂

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