O que fazer em uma conexão em Atlanta

Ao planejar uma viagem de fim de ano, algumas coisas devem ser levadas em consideração. As passagens ficam mais caras, os aeroportos mais cheios e se você está saindo ou chegando de um lugar muito frio, existe a chance de uma nevasca atrapalhar o cronograma.

Quando comprei minha passagem para passar o Natal no Brasil esse ano, já comecei a me preparar para possíveis imprevistos (como passar o Ano Novo dentro do avião, #ThanksAmericanAirlines), e apesar de muito pensamento positivo, a neve chegou em Nova Iorque horas antes, o meu vôo para Atlanta – onde pegaria uma conexão para o Rio de Janeiro – atrasou mais de 4 horas, e perdi o avião para o Brasil.

Automaticamente fui realocada no mesmo vôo do dia seguinte, então minha única alternativa era achar um hotel pra passar a noite (que by the way, as companhias aéreas aqui não são obrigadas a pagar) e conhecer a cidade, já que o avião só sairia às 23hs.

A área metropolitana de Atlanta é a nona mais populosa dos Estados Unidos e, historicamente a cidade é considerada o berço do Movimento pelos Direitos Civis nos Estados Unidos – e onde  Martin Luther King, Jr nasceu.

Pausa para um breve fun fact: o aeroporto de Atlanta, para quem não sabe, é o aeroporto mais movimentado do mundo. Com mais de 100MM de passageiros por ano (!!!), ele ganha até mesmo de Beijing. Se você tem uma conexão marcada por lá e algumas horas para matar, seguem algumas sugestões do que fazer.

 

 

Com mais de 2BB de telespectadores, a CNN é a maior transmissora de notícias do mundo, e o seus Headquarters ficam em Atlanta. Por ~16 dólares você pode fazer um tour guiado de 50 minutos e entender um pouco melhor sobre os bastidores jornalísticos.

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  • Centennial Olympic Park e SkyView

 

O pequeno parque ao lado dos estúdios da CNN foi construído como parte dos esforços de melhorar a infraestrutura da cidade para as Olimpíadas de 1996. De lá é um pulo para o SkyView, a roda gigante também símbolo de cartões postais de Atlanta.

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Apesar de não ser fã de Coca-Cola, achei que valia a visita, já que foi em Atlanta que a bebida #1 dos Estados Unidos foi criada no século XIX por um farmacêutico local. O passeio é curto, mas inclui muitas degustações, incluindo uma sala dedicada às bebidas vendidas em cada continente. O ingresso sai por ~18 dólares.

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Bem ao lado do World of Coca-Cola, você encontrará o museu dedicado ao Movimento pelos Direitos Civis nos Estados Unidos – uma visita rápida mas super interessante (especialmente se pensarmos que o fim das leis segregacionistas aconteceu há pouquíssimo tempo). O ingresso custa ~20 dólares.

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  • Martin Luther King, Jr National Site

 

Pra fechar o dia antes de voltar para o aeroporto, dei uma passadinha no Martin Luther King, Jr National Site, um parque com alguns prédios em volta – incluindo uma das casas onde ele morou, a igreja onde foi batizado e um Visitor Center com a sua história.

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Às vezes, perder um vôo pode ter um lado bom. 🙂  

 

7 coisas que aprendi morando em Nova Iorque (e nos Estados Unidos)

Sempre falo que ir a uma cidade a turismo e morar nela podem ser – e geralmente são – experiências completamente diferentes. Meu amor por Nova Iorque, por exemplo, não foi à primeira vista, como o da maioria das pessoas que vêm pra cá pela primeira vez. Mas quando vim morar aqui, há um ano e meio, não demorou muito pra entender porque tanta gente se apaixona pela cidade e pelo seu estilo único de ser. Aqui vai um breve top 7 de coisas legais (e nem tão legais assim) que aprendi até agora.

  • Você pode usar o que quiser, e ninguém vai reparar

Nova Iorque é sem dúvidas um dos lugares mais liberais que já visitei, e uma das minhas coisas preferidas sobre a cidade é a liberdade de sair na rua do jeito que você quiser – de fantasia, pijama, cabelo colorido etc – e ninguém olhar torto! Basta uma visitinha ao metrô pra entender o que estou falando.

  • Se você tem um problema, a Amazon já pensou na solução.

No país das compras, a Amazon é a rainha, e não sei como era a vida antes dela. Exageros à parte, não existe nada que você precise que a Amazon não venda, e se você tiver o plano Prime ($99/ano), praticamente tudo tem entrega grátis e em dois dias (às vezes até no mesmo).

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  • Poucos são daqui e muitos querem ir embora em algum momento

Grande parte das pessoas que mora em Nova Iorque – incluindo americanos – não é originalmente daqui, e muitos consideram Nova Iorque como uma experiência passageira antes de irem para um lugar mais tranquilo (e barato).

  • A cidade se transforma no verão

Em lugares onde faz muito frio, as pessoas costumam valorizar muito os meses de calor, e em Nova Iorque não é diferente. Durante os meses de verão, os parques ficam mais cheios e a quantidade de atividades ao ar livre aumenta bastante. Até evento da empresa com tema verão tem (esse ano fomos em um parque de diversões na praia – só porque era verão)!

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  • Alugar apartamento no verão é mais caro que no inverno

Não só o termômetro sobe no verão, como o preço dos aluguéis também! Essa é a época do ano em que muita gente se forma na faculdade e começa a procurar emprego na cidade. Além disso, são nesses meses que acontecem os summer internships – estágios temporários pro pessoal que ainda está estudando. Com todo esse movimento por aqui, alugar um apartamento entre julho-setembro pode ser muito mais caro do que em janeiro, por exemplo. Como os contratos aqui normalmente são de um ano, se você se muda no verão, vai ter que renovar de novo no verão – e pagar de novo mais caro pelo resto do ano.

  • Os apartamentos alugados vem com appliances

Ainda no tema moradia, uma coisa que acho muito inteligente por aqui é o fato de os apartamento alugados já virem com geladeira, fogão, microondas e (muitas vezes) até máquina de lavar louça. Faz tão mais sentido não ter que se mudar carregando e re-instalando um fogão, não?

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  • Promoções são de verdade

Aqui nos Estados Unidos é possível comprar muita coisa de qualidade com muito desconto. Os 50% a menos na etiqueta realmente significam 50% a menos, e os (poucos) feriados que temos por aqui são épocas excelentes para fazer compras, já que as principais lojas sempre tem alguma promoção temática.

  • Só come fast food todo dia quem quer

Quando se fala em alimentação nos Estados Unidos, logo pensamos em hambúrguer e batata frita e, enquanto é verdade que as redes de fast food são muito presentes em todo o país, em Nova Iorque especificamente você também vai encontrar muitas opções de comida saudável pelo mesmo preço que você pagaria pra ir no Shake Shack.

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Top 3 Holiday Markets de Nova Iorque

Os últimos meses do ano sempre foram a minha época preferida, e agora, morando em Nova Iorque, dezembro fica ainda mais legal e mágico. Com a chegada do mês e a proximidade do Natal, chegam também os fofíssimos Holiday Markets! Apesar de não serem uma tradição brasileira, eu amo mercados de Natal e qualquer desculpa é desculpa para dar uma passadinha por algum deles – então resolvi fazer um post com os principais para quem interessar.

  • The Bryant Park Winter Village: sem dúvida ALGUMA, o mercado de Natal mais fofo da cidade, o Holiday Market do Bryant Park ocupa o parque inteiro e conta também com uma pista de patinação e uma árvore de Natal imensa no meio. Por lá você vai encontrar de objetos de decoração a acessórios de inverno – além de várias opções de comidinhas incríveis e o famoso Glühwein dos mercados alemães. A parte das lojinhas fica aberta até 2 de janeiro.
  • Union Square Holiday Market: pegando uma parte considerável da Union Square, esse é outro mercado popular por aqui em dezembro. Apesar de não ser tão bonito quanto o do Bryant Park, ele oferece várias opções parecidas de lojinhas e comidas. Esse ano ele opera até a véspera de Natal.

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  • Columbus Circle Holiday Market: mesmo sendo menor que os outros dois, esse mercadinho tem algumas opções de lojinhas e comidas um pouco diferentes. Entretanto, a melhor coisa dele é a localização, já que fica do lado do Central Park e do Columbus Circle – sempre lindos nessa época do ano! Assim como o da Union Square, ele fica aberto até o dia 24 de dezembro.

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Happy Holidays!

Oslo para iniciantes: o que fazer na capital norueguesa

Quem me conhece sabe que eu amo a Escandinávia (#FuiVikingEmOutraVida), e quando vi a passagem da Icelandair com destino a Oslo + free stopover em Rejkyavik, encontrei a desculpa perfeita para dar um check em mais um país daquelas bandas, e uma cidade que queria conhecer faz tempo.

Oslo é uma cidade média, com pouco menos de 700 mil habitantes – não muito longe das suas vizinhas Estocolmo e Copenhagen – mas com muita coisa legal pra fazer. Fiquei 4 dias por lá e apesar do friozinho de aproximadamente 0 graus, não nevou e deu pra conhecer vários lugares. Alguns highlights que valem a pena, caso você esteja de passagem marcada – ou pensando em ir para lá:

  • Munch Museum + National Gallery: assim que marquei a viagem, sabia que queria ir no Munch Museum e ter a chance de ver o famoso quadro de Edvard Munch ao vivo. Pra quem não sabe, Munch era norueguês, e esse mini museu tem algumas das suas obras em exibição. Para meu desapontamento, descobri após dar a volta inteira por lá que The Scream estava no porão (??) e não conseguiria ver no museu. Entretanto, o guardinha simpático que conversou comigo me contou que uma outra versão (são 4 no total – uma das quais já foi roubada e recuperada!), estava em exibição na National Gallery. Então não desisti e fui direto pra lá… Vitória!

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Os ingressos para o Munch Museum e a National Gallery custam 100 NOK cada (~USD 12).

  • Oslo Opera House: o prédio símbolo da cidade fica numa área super central de Oslo e é bem bonito à noite. Para uma vista panorâmica, vá até o topo – que pode ser acessado de graça pelo lado de fora!

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  • Aker BryggeAkershus Fortress: a orla de Oslo é sem dúvidas uma das áreas mais bonitas de passear tanto de dia como de noite, com vários restaurantes e bares legais por perto. Além disso, você também consegue ter a vista da fortaleza da cidade, que foi construída no século XIII para proteger Oslo de invasões (acabei não tendo tempo, mas é também possível fazer um tour por lá).

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  • Frogner Park: o Frogner Park é também conhecido como Vigeland Park, pois abriga as esculturas de Gustav Vigeland. Ele é o maior parque de esculturas do mundo de um único autor e vale a pena a visita! Ainda tive a sorte de pegar um dia lindo de outono – o que deixou tudo mais bonito:

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As 212 esculturas de bronze e granito criadas por Vigeland são 100% dedicadas à forma humana, e a obra mais famosa do parque, o “Monolito”, é uma pedra de ~14 metros de altura e é composta por 121 pessoas – uma em cima da outra – representando o desejo de alcançar o divino:

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  • Holmenkollen: uma das atrações mais populares da Noruega, o Holmenkollen é um local de eventos e que também abriga o Museu do Ski mais antigo do mundo. Ele fica no alto de uma montanha, um pouquinho afastado de Oslo, mas facilmente acessível de metrô. A entrada para o museu também garante o acesso ao topo do prédio e uma vista linda de Oslo (os tickets custam ~USD 16).

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Outras dicas:

  • Moeda: a moeda de Oslo é a coroa norueguesa, mas todos os lugares são obrigados a aceitar cartão, então não precisei trocar nenhum dinheiro durante os dias que fiquei por lá.
  • Comida: a comida norueguesa é bem variada e frutos do mar são um ponto forte. Mas a melhor coisa que eu comi foi o famoso brown cheese, que lembra uma mistura de queijo com doce de leite. Tentei achar por aqui mas ainda não encontrei – quem souber de algum lugar me conta!

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  • Transporte: para ir do aeroporto à estação de trem central, peguei um trem da Flytoget (~USD 20 cada perna). O aeroporto tem várias placas indicando o lugar e eles saem de 20 em 20 minutos. Dentro da cidade, o metrô/ônibus te levam a quase todos os lugares e vale super a pena pegar um passe de 24 horas (~USD 11). Você pode comprar na máquina na estação ou pelo aplicativo da Ruter.

Até o próximo post!

Jökulsárlón, a lagoa dos icebergs – Islândia parte 3

Fechando os posts sobre a Islândia, aqui vai a minha última dica: visitem Jökulsárlón!

Essa lagoa localizada a sudoeste de Rejkyavik e dona de um nome impronunciável para os não-escandinavos entrou para o topo dos lugares mais lindos que já conheci. Ela fica super próxima ao maior glacier da Europa (Vatnajokull, ou mais um nome para a lista dos impronunciáveis), e é formada naturalmente a partir do gelo derretido desse glacier. Por causa do aquecimento global, ela está ficando maior a cada ano.

Pois bem, para chegar lá você pode alugar um carro ou comprar um tour saindo de Rejkyavik. Como ela fica um pouco afastada da capital (cerca de 4-5 horas), você pode escolher um tour de mais de um dia ou se hospedar em uma cidade no meio do caminho (Vik é uma parada popular).

Como eu não tinha muito tempo, escolhi um tour de 14 horas que ia parando em alguns lugares e, apesar de um pouco cansativo, valeu cada segundo – sério, a natureza islandesa é sensacional, e não vão faltar paradas incríveis em cachoeiras e glaciers no meio do caminho, como essa aqui embaixo (detalhe para o arco-íris que se formou no lado esquerdo!):

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A praia de areia escura que se forma ao redor da lagoa foi apelidada de “Diamond Beach”, devido aos pedaços (muitas vezes imensos!) de gelo ficam por lá:

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Para fechar o meu último dia na Islândia, no caminho de volta para Rejkyavik, a Aurora resolveu aparecer de novo, então paramos o ônibus para mais fotos como essa (um pouquinho sem foco, mas linda mesmo assim!):

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Ah! E pra quem me perguntou sobre o frio – sim, peguei bastante frio todos os dias (entre -5 e 5 graus), mas eu juro que não é nada que algumas camadas extras de roupa e um cenário maravilhoso não te façam esquecer. 🙂

Para esse tour, usei a Bus Travel Iceland (~USD 190 pelo dia inteiro – um pouco mais caro que os outros, mas valeu cada centavo)!

Em busca da Aurora – Islândia parte 2

Uma das minhas grandes motivações em ir para a Islândia foi, sem dúvida, a possibilidade de ver a Aurora Boreal!

Para os leigos e curiosos como eu, aqui vai uma breve explicação sobre o assunto: a Aurora Boreal é resultado de explosões que ocorrem na superfície do Sol (aka “tempestades solares”) e que liberam partículas eletricamente carregadas que viajam no universo. Quando esses pedacinhos se chocam com a atmosfera terrestre (e de outros planetas também) as luzes são produzidas. Algumas partículas são desviadas, enquanto outras interagem com as linhas do campo magnético da Terra — e essas correntes das partículas dentro dos campos magnéticos se dirigem aos pólos.

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Isso acontece praticamente o tempo todo! Então por que normalmente vemos as luzes durante o inverno?

Basicamente, pras chances de conseguir ver esse fenômeno incrível, você tem que ter a combinação de dois fatores. O primeiro é a atividade da Aurora, que vai medir a densidade e a velocidade das partículas em um determinado dia. O segundo é obviamente um céu escuro e sem nuvens (já que a colisão das partículas com as camadas de ar da Terra acontece acima das nuvens). Como no inverno temos mais horas de escuridão no norte, as chances aumentam muito! E por esse mesmo motivo, é muito difícil observar a Aurora Boreal e Austral (sua irmã do sul) ao mesmo tempo.

Pois bem – Programei a minha ida à Islândia estrategicamente em novembro e, para a minha sorte, peguei os 4 dias com um dos índices de atividade mais altos das últimas semanas! Agora só precisava de um céu sem nuvens e sorte.

Como a movimentação das nuvens é muito inconstante, as empresas que operam o tour só confirmam se ele vai acontecer por volta das 4 da tarde. Mas a boa notícia é que, mesmo se você não conseguir ver no primeiro dia, a maioria das companhias te deixam voltar no dia seguinte sem custo adicional – então se planeje para ficar pelo menos umas 3 noites por lá, e ter mais chances de ver a Aurora.

Muitas vezes é possível ver a Aurora de Rejkyavik, mas por causa das luzes da cidade, pode ser um pouco mais difícil. Então no meu primeiro dia por lá, fiz o tour com um ônibus da Rejkyavik Excursions (e não recomendo). Saímos da cidade e fomos para uma área mais afastada e aberta (a uns 40 minutos de distância). Paramos em um parque e saímos do ônibus. As nuvens e o excesso de pessoas atrapalharam muito, então resolvi fechar um segundo tour no dia seguinte com uma minivan com dez pessoas.

O guia era incrível e felizmente o céu estava bem mais aberto. Quando começamos a sair da capital e desligamos as luzes de dentro da van, começamos a ver algumas luzes no céu. Para completar, estávamos passando em frente a um lago lindo! Paramos o carro e fomos à caça. Não demorou muito para as luzes ficarem mais fortes e coloridas — o verde, que é resultado do choque com o oxigênio é a cor mais comum, mas quando a atividade está muito alta, também conseguimos ver tons de vermelho e roxo, que se formam pelo choque com o nitrogênio. Esquecemos o frio negativo (mas vá bem agasalhado!) e ficamos mais de meia hora tirando incontáveis fotos.

Para a quem interessar, o nome da empresa é Iceland Everywhere (tentem ir com o guia Siggi). O tour durou umas 3 horas e custou ~USD60.

PS: Para conseguir fotografar, você vai precisar de uma câmera com controles manuais e um tripé. Essa foto foi tirada com uma lente 24mm, shutter speed de 15 segundos, aperture 2.8 e ISO 400.

30 antes dos 30 – um pulinho na Islândia

Já pensou em ir pra Islândia?

De uns anos pra cá, esse destino tem se tornado muito comum (hello, Game of Thrones!) e não é por menos.

O país nórdico, com aproximadamente 330 mil habitantes, é um dos lugares mais populares para se ver a Aurora Boreal, além de contar com uma natureza incrível!

Pra quem mora na costa leste dos Estados Unidos é uma visita super fácil de se fazer, com vôos diretos saindo de New York e com duração (e preço!) menores do que muitas vezes se paga para viajar dentro do país.

Nos vôos com a Icelandair (que eu super recomendo), você ainda tem um bônus: voar para diversos destinos da Europa com um free stop-over em Rejkyavik de até 7 dias (ou seja, duas passagens pelo preço de uma). E foi isso que eu fiz – voei para Oslo primeiro e parei na capital islandesa (que finalmente aprendi a pronunciar certo – “RRRaiquiaviqui”) por 4 dias.

Rejkyavik é super pequenininha, mas recomendo de meio dia a um inteiro de bateção de perna por lá. Meus dois pontos altos da capital foram:

A igreja símbolo da cidade (Hallgrímskirkja): No seu topo – não muito alto – você consegue ter a vista tradicional das casinhas coloridas:

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Sólfarid (ou o Sun Voyager): a estátua lindíssima – e uma ode ao sol – fica localizada na orla da cidade e vale a pena a passadinha.

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Dicas práticas:

Aeroporto: Para ir e voltar do aeroporto de Keflavík (que fica a uns 40 minutos da capital), você pode pegar um ônibus que te deixa em um dos pontos de ônibus numerados da cidade. O centro de Rejkyavik é super pequeno, então algum deles com certeza irá te deixar perto do seu hotel. Tem duas empresas principais que vendem os bilhetes na hora ou antecipadamente (Flybus e Grayline). Comprar ida e volta junto sai um pouco mais barato (~ USD30).

Locomoção: dentro de Rejkyavik se faz tudo a pé, mas para conhecer a Islândia você precisará ou alugar um carro ou comprar um tour com uma das dezenas de empresas turísticas disponíveis. Usei a Rejkyavik Excursions para o tour do Golden Circle + Aurora, a Bus Travel Iceland para o tour de Jökulsárlón e a Iceland Everywhere para o segundo tour da Aurora Boreal.

Moeda: A moeda da Islândia é a coroa islandesa, mas passei 4 dias inteiros usando só cartão, então não há necessidade de trocar muito dinheiro se você não quiser.

O grande highlight da viagem – a Aurora Boreal – vale um post exclusivo. Hold tight!

Besitos,

Rafa

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