Cidade do México – Parte 5: Dicas de restaurantes e cafés

No campo gastronômico, a Cidade do México não deixa nem um pouco a desejar para outras metrópoles mundiais. A quantidade e qualidade do serviço dos restaurantes de lá me impressionaram bastante, e há também muitas e muitas opções para quem não gosta de comida mexicana. Ainda de bônus, comparado a cidades como São Paulo e Nova Iorque, os preços também são bem melhores.

Os dois amigos que viajaram comigo são foodie de carteirinha, então já fomos pra lá com uma listinha de onde ir. Nesse post, vou falar só dos que achei que valem muito a pena. Apesar de não termos feito reserva em todos, recomendo sempre tentar ir com hora marcada (usamos bastante o OpenTable) pra evitar pegar fila.

  • Azul Condesa

Como o nome sugere, esse restaurante fica no bairro de Condesa (que mencionei no post anterior sobre o México), e é focado em comida mexicana. Além disso, a decoração é lindíssima!

Como estávamos sem reserva e tivemos que esperar um pouco, fomos tomar um drink em um bar do lado chamado LaXampa, que também recomendo.

  • Comedor Jacinta

Localizado no bairro de Polanco, essa é outra ótima opção pra quem gosta de comida mexicana – que vale lembrar, vai muito além de tacos e guacamole!

  • Rosetta

Pra quem não é tão fã da culinária local, essa é uma boa opção em Roma Norte. Mas o que mais vale no Rosetta é a casa lindíssima onde fica localizado.

  • Sartoria

Esse restaurante italiano fica em Roma Norte também e foi inaugurado recentemente. A comida é incrível e mais uma ótima opção não-mexicana.

O Pujol, do chef Enrique Oliveira, é um dos restaurantes mais famosos da cidade e figura na lista da S. Pellegrino dos top 50 restaurantes do mundo! O foco dele são ingredientes mexicanos de vários lugares do país, e caso você possa investir um pouco mais, essa é uma opção que vale muito a pena. Reservamos alguns meses antes (ele está sempre lotado) e escolhemos o menu degustação (USD 100).

  • Astrid y Gastón

Especializado em culinária peruana, esse é outro restaurante que também está na lista dos top 50 do mundo. Ele fica ao lado do Pujol, em Polanco, e é mais acessível e fácil de reservar (marcamos com um dia de antecendência).

  • Café Nin

Ótima opção em Roma Norte para café da manhã ou lanchinho da tarde. Fomos duas vezes e amamos tudo o que pedimos.

  • Ojo de Agua

Pra quem é de São Paulo, o Ojo de Agua lembra um pouco a Frutaria São Paulo, com opções mais saudáveis de comida, e frutas e outras coisas para vender e levar pra casa. Ele tem varias localizações em CDMX.

  • Tierra Garat

Outra opção ótima de café da manhã, o Tierra Garat é uma rede com várias lojas pela cidade. Se gostar de milho, peça o pan de elote, que é incrível!

Até a próxima!:)

Cidade do México – Parte 1: Roma Norte, Condesa, Bosque de Chapultepec, Museu de Antropologia e Museu Soumaya

Com mais de 20 milhões de habitantes na sua região metropolitana, a Cidade do México impressiona não só pelo seu tamanho – a realmente perder de vista pela janela do avião – como também pela enorme quantidade de programas culturais e de gastronomia.

Decidi passar a virada do ano lá com dois amigos e, depois de um pouco de pesquisa, optamos por nos hospedar em Roma Norte, uma região central, segura e com várias lojinhas e restaurantes por perto (assim como as suas vizinhas, Condesa e Zona Rosa).

Depois de já ter morado em São Paulo por quase 3 anos, a comparação entre as duas metrópoles foi inevitável. Os bairros mais elegantes de CDMX, como Polanco, lembram muito as áreas nobres de São Paulo — e o mesmo vale para as regiões mais simples da cidade. No quesito segurança, apesar de não termos passado por nenhum perrengue, é sempre bom ficar de olho (pra quem cresceu no Rio como eu, nada além do normal).

Como fizemos muita coisa por lá, resolvi dividi as dicas em partes, começando pelas principais sugestões na área perto de onde ficamos. Assim que chegamos, em um sábado à tarde, fomos dar uma voltinha pela região de Roma Norte e Condesa, onde paramos para jantar e fechar a noite com o famoso churro El Moro (existem vários pela cidade):

El Moro

Começamos o domingo cedo, indo direto para o Paseo de la Reforma onde andamos até o Bosque de Chapultepec. No caminho pelo Paseo, passamos também pela estátua do Angél de la Independencia, construída no início do século passado para celebrar os 100 anos do início da guerra da independência do México. Era dia 31 de dezembro, e eles montaram um palco para um show e para a contagem regressiva. Voltamos na virada pra lá, onde vimos uma breve queima de fogos (#NinguémSuperaCopacabana).

El Angel

Na ponta do Paseo, está o lindíssimo Bosque de Chapultepec, um dos maiores parques urbanos do Hemisfério Ocidental, onde fica o Castelo de Chapultepec – ex-muitas coisas e atualmente um museu. Por lá, você também encontrará o Museu Nacional de Antropologia – o maior e mais visitado museu do México! A entrada para o museu custa menos de USD 3 e vale super a pena.

CASTELO


Ao sairmos do museu fomos dar uma volta em Polanco, por onde passamos rapidamente pelo Antara Shopping, fechando o dia no Museu Soumaya (de entrada gratuita), cujo fundador é ninguém menos que Carlos Slim – aka ex-homem mais rico do mundo, mas ainda muito rico. Particularmente, gostei mais da arquitetura externa e interna do museu do que do acervo de fato, então recomendo pelo menos passar por fora e checar o prédio super moderno:

Soumaya

Outras dicas gerais:

Transporte: Uber é a melhor opção custo benefício na minha opinião. Além de ser super barato (pagamos USD 12 do aeroporto ao Air BnB em Roma Norte), é também a opção mais segura (fomos alertados a tomar cuidado com taxis, já que nem todos são credenciados).

Dinheiro: Restaurantes e museus normalmente aceitam cartão, mas muitas lojas menores só trabalham com dinheiro, então é recomendável sempre levar um pouco com você.

Gorjetas: são opcionais, mas recomendáveis (entre 10-15%).

Até a próxima! 🙂

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